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quarta-feira, 29 de outubro de 2008

Vamos olhar o horizonte


Apesar de já ser muito tarde, depois de ler o post da amiga Hazel da Casa Claridade, lembrei-me de um livro que li de Paulo Coelho, ela como sempre tem o dom de com a magia da sua escrita me recordar coisas boas. Mas coincidencia ou não, hoje tinha pensado nisso.
Esta é a vista da minha janela,mas olhando o horizonte, pois a vista mais próxima não é tão bonita pois vê-se uma autoestrada.
E não resisto a escrever um pouco do texto do livro As Valquírias.
« -Todos nós ,homens e animais, criamos uma espécie de « espaço mágico» em nosso redor. geralmente é um círculo de cinco metros de raio-e prestamos atenção a tudo o que entra ali. Não importase são pessoas,mesas,telefones ou vitrinas: tentamos manter o controlo deste pequeno mundo que nós mesmo criamos.
«Os magos,porém, olham sempre para longe. Eles ampliam esse «espaço mágico», e tentam controlar muito mais coisas. Chamam a isso olhar para o horizonte.
-E porque devo fazer isso?
- Porque estás aqui. Faz e verás como as coisas mudam.
Quando saíram do snak-bar, ela manteve a sua atenção nas coisas distantes. Notou as montanhas,as raras nuvens que apareciam apenas quando o Sol se punha, e - estranha sensação- parecia estar a ver o ar à sua volta.
Do livro As Valquírias de Paulo Coelho.

2 comentários:

Priscila disse...

Olá Helena.Uma ótima Quarta-Feira para você.Que legal que a gente vai manter contato.Vou te adicionar aos meus favoritos para a gente não perder contato.É tão bom fazer novas amizades.
Adorei esta foto com este arco-íris.É verdade o que escreveste:a gente anda tão correndo no dia-a-dia,com tantos afazeres,que não nos permitimos olhar para cima e ver o azul do céu, de olhar ou cheira uma flor que insiste em nascer no meio das grandes metrópoles em que vivemos, onde tudo é cinza, cimentado, sem cor.Uma foto desta enche os olhos de cor.
Bjs,Pri

Hazel disse...

Eu sempre olho para cima (mas não sou nariz empinado!). Gosto de sentir que o mundo não se limita ao caminho que percorro.

Gosto muito do Paulo Coelho, mas esse livro ainda não li. Tenho que ver se o encontro na Biblioteca Municipal. Sempre que quero ler algo que não tenha, requisito na Biblioteca. Farto-me de ler, e não gasto um tostão. Prático e económico!